Imagem destacada A Uber Eats Acaba de Chegar ao Algarve 920x425 - A Uber Eats Acaba de Chegar ao Algarve

A tempo de vir servir os algarvios e os visitantes durante a próxima época balnear, a Uber Eats acaba de chegar à região do sul de Portugal.

O serviço foi implementado na quarta-feira, 24 de abril e, por enquanto, está disponível nas cidades de Faro, Loulé, Olhão e Quarteira. Para além destes pontos no Algarve, a Uber Eats já oferece os seus serviços de entrega de refeições em mais 14 cidades do país.

A empresa estabeleceu uma parceira com a McDonald’s para distribuir os menus pelas quatro cidades algarvias. A seleção de restaurantes conta ainda com opções como o Tertúlia Algarvia em Faro e o Burgers & Bowls na Quarteira.

A nível nacional, a Uber Eats cobre já aproximadamente 30% do território, levando as mais variadas refeições convenientemente ao domicílio dos seus clientes.

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Quando a Uber Eats chegou a Portugal em 2017, o cardápio de ofertas incluía apenas 90 restaurantes e o serviço era somente disponibilizado em Lisboa. Agora, os residentes das 18 sortudas cidades podem escolher entre mais de 1000 opções.

Com a app oficial, pode encomendar as suas refeições com uma cobrança de entrega de 2,90 euros. Não há valor mínimo para o pedido. O serviço opera entre o meio-dia e a meia-noite.

De forma a comemorar a chegada da Uber Eats à bela região algarvia, planeou-se uma parceria com a Olá, a qual sem dúvida vai fazer as delícias de milhares de pessoas e ajudá-las a poupar imenso.

O protocolo aplica-se às lojas Olá em Faro e na Quarteira, mas estende-se a vários locais do país. Entre as 16h e as 18h, pode receber uma Olá Box com quatro gelados diferentes por apenas 3 euros.

O sucesso da Uber Eats em Portugal tem sido bastante significativo. Parece garantido que a chegada do serviço ao Algarve só trará muito mais crescimento.

Cabeçalho imagem jogar matraquilhos debaixo de agua 920x425 - Em Portimão, Jogam-se Matraquilhos Debaixo de Água num Navio da Frota Subaquática

Chegou muito recentemente a Portimão o Navio Hidrográfico Comandante Almeida Carvalho. O curioso é que este navio vai ser afundado. Está tudo a ser preparado para que o evento ocorra a 21 de setembro. 

Este será o quarto e último navio da força armada portuguesa que vai fazer parte da frota subaquática do projeto Ocean Revival, que conta com um recife e um parque de mergulho. O projeto tem trazido milhares de mergulhadores de todo o mundo ao Algarve 

Todos ficam impressionados com a flora e fauna marinha que cobrem estes navios propositadamente afundados, e que criam uma experiência sensorial totalmente única. Os dois objetivos principais do projeto Ocean Revival são precisamente promover a biodiversidade e criar uma atividade turística como nenhuma outra. 

Post Imagem Jogar matraquilhos debaixo de agua 1024x576 - Em Portimão, Jogam-se Matraquilhos Debaixo de Água num Navio da Frota Subaquática

Antes do navio Comandante Almeida Carvalho, foram afundados o Patrulha Oceânico Zambeze, a Corveta Oliveira e Campo e a Fragata Comandante Capelo. As três embarcações tomaram rumo até ao fundo do mar juntamente com os seus motores imponentes e até com alguns beliches, cofres e secretárias. 

No que diz respeito ao último elemento da frota a fazer parte do mágico parque subaquático, levará consigo, imagine-se, uma mesa de matraquilhos. E sim, estará completamente perfeita para jogar. Os aventureiros mergulhadores poderão fazer uma pausa na sua exploração e defrontar-se numa partida entre os verdes e os encarnados. 

Para quem está apenas a olhar para a superfície das águas, será também possível saber onde se encontra o recife. O parque estará marcado com boias de sinalização a duas milhas da costa da Prainha do Alvor 

Pense só na experiência inacreditável que poderia usufruir ao visitar o mundo do Ocean Revival Project. E não se esqueça, enquanto faz de peixe, passe pela mesa de matraquilhos. 

Imagem em destaque Um Olhar Sobre as Dívidas da Câmara de Olhão nos Últimos Anos Imagem em destaque  920x425 - Um Olhar Sobre as Dívidas da Câmara de Olhão nos Últimos Anos

Já em 2013, Eduardo Manuel da Cruz dizia ser urgente alterar drasticamente o modelo de gestão que, na época, estava implementado na Câmara Municipal de Olhão.

Eduardo Cruz era então um candidato independente do PSD à presidência da autarquia, disputada em outubro desse ano.

O seu objetivo era iniciar um novo ciclo político para o concelho olhanense. Segundo o próprio, não tinha quaisquer receios de romper com o histórico de gestão municipal do PSD em Olhão.

Mas afinal, porque razão achava Eduardo Cruz ser crítico dar-se uma mudança de paradigma?

A verdade é que, na altura, a Câmara Municipal de Olhão registava dívidas inquietantes que rondavam os 40 milhões. Além disso, a opinião geral era de que não se estava a explorar de forma plena os recursos e as atividades geradoras de riqueza.

Post Image edifício de vidro na cidade - Um Olhar Sobre as Dívidas da Câmara de Olhão nos Últimos Anos

No fundo, a dívida tornou-se impeditiva de fazer obras e iniciar investimentos. Segundo Eduardo Cruz, para contornar essa conjuntura era essencial empreender uma gestão estratégica dos recursos humanos, capitalizar a atividade piscatória e usar os recursos eficientemente.

Eduardo Cruz acabou por não reunir votos suficientes para desempenhar o papel de presidente. Avancemos para o final de 2015. Os balanços anuais continuaram a mostrar que a dívida municipal de Olhão era preocupante.

De facto, o panorama fiscal não era de todo promissor na generalidade do Algarve. No total, as autarquias algarvias carregavam dívidas de mais de 460 milhões de euros.

Para piorar a situação, muitas das dívidas eram de curto prazo, o que provocava atrasos descomunais no pagamento a credores.

Ao entrar em 2016, a Câmara Municipal de Olhão ocupava o sétimo de 16 lugares na lista de endividamento dos municípios algarvios, com um valor a pagar superior a 20 milhões de euros. Mesmo assim, conseguimos averiguar que entre 2013 e 2015, a dívida foi abatida em cerca de 20 milhões.

No final de 2017, a dívida de Olhão encontrava-se em pouco mais de 16 milhões de euros. A meras semanas do fim do ano, será que teremos brevemente notícias que confirmem a continuação no caminho positivo da diminuição da dívida?