Imagem destacada Conheça Algumas das Novidades da Ribafreixo Wines 920x425 - A Ribafreixo Wines Apresenta Uma Nova Imagem e Novos Vinhos

A Ribafreixo Wines, empresa produtora de vinhos da Vidigueira, em Beja, lança agora uma imagem renovada e mais modernizada. Para celebrar, a marca acaba de apresentar os seus novos vinhos disponíveis no mercado, provenientes das melhores castas. 

Um deles tem o nome Connections e é da colheita de 2015. Este é um lançamento especial para a Ribafreixo, uma vez que o Connections é o primeiro vinho de Portugal criado a partir da casta Chenin Blanc.  

Entre os outros vinhos recentemente apresentados destacam-se o Gáudio Alvarinho, o Pato Antão Vaz e o Barrancôa Branco, todos de 2015, e ainda o Pato Frio Grande Escolha da colheita de 2014.  

O mercado vinícola português está cada vez mais competitivo. Por isso mesmo, a Ribafreixo Wines fez questão de garantir que as suas mais recentes seleções evidenciassem de forma bem clara os seus fatores de diferenciação. 

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A empresa aposta nas castas portuguesas, algumas delas da Vidigueira, a zona da adega e das instalações da marca. Os sabores dos novos vinhos são influenciados pelos solos de xisto onde as castas se desenvolvem, assim como pelas condições climatéricas ideais para a produção de vinhos brancos com frescura e aroma muito próprios. 

Mário Pinheiro, um dos proprietários e cofundadores da Ribafreixo Wines juntamente com Nuno Bicó, esclarece de forma simples a direção para a qual a empresa quer rumar no futuro através da sua nova imagem: cada vez mais excelência. 

Mesmo tendo estabelecido expectativas tão altas, Mário Pinheiro foi surpreendido pela qualidade superior das últimas entradas na oferta 

O sucesso exponencial que a Ribafreixo tem usufruído nos últimos anos deve-se em grande parte à nova adega, inaugurada em 2012. O projeto assente em tecnologia de ponta permite produzir mais de 700 mil garrafas por ano sem nunca perder sustentabilidade e qualidade. 

imagem post tubarão anequim 920x425 - Foram Rejeitados os Limites à Pesca de Tubarões em Risco de Extinção

Os limites recomendados para a pesca do tubarão-anequim no Oceano Atlântico foram rejeitados. A espécie está ameaçada e corre risco de extinção, mas continua a ser pescada inclusivamente em águas portuguesas.  

Os cortes à captura do tubarão-anequim foram propostos por cientistas que entendem o impacto que a mesma está a causar. Ainda assim, os limites foram rejeitados na reunião anual da comissão internacional responsável pelo assunto. 

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O único acordo em relação à temática da pesca deste tubarão que foi conseguido na reunião, a qual decorreu na cidade de Marraquexe, em Marrocos, foi o de restringir as condições em que a espécie, também conhecida como tubarão-sardo, pode ser desembarcada. 

O grupo de cientistas da comissão, conhecida pela sigla em inglês de ICCAT, concluiu que, com o objetivo de permitir, durante 20 anos, a recuperação da população dos tubarões, inquestionavelmente ameaçada, seria imperativo impor cortes à pesca e proibir de forma total a sua retenção a bordo. 

Esta não é a primeira vez que a autoridade competente se mostra intransigente em aderir ao pedido. Uma proposta apresentada pela União Europeia visando a limitação da pesca do tubarão-anequim no sul do Atlântico a um máximo de duas mil toneladas foi recusada.  

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Uma outra proposta, preparada também pela União Europeia, mas desta vez em conjunto com os Estados Unidos e o Japão, teve o mesmo fim. A sugestão era de que a captura da espécie fosse substancialmente reduzida no Atlântico Norte de modo a acabar com a sobrepesca. 

De facto, Portugal, Espanha, Marrocos e Brasil não têm impostas quotas para a pesca do tubarão-anequim. A Shark Trust, organização britânica dedicada à defesa e conservação dos tubarões tenta sensibilizar os quatro países para travarem a pesca excessiva.